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Dia Internacional da Mulher

Comemorado no dia 08 de Março, o Dia Internacional da Mulher é tido como uma data que representa uma série de reivindicações e conquistas de direitos, sobretudo no âmbito trabalhista. Ainda minoria em profissões consideradas do universo masculino, ao longo dos anos as mulheres ocupam cada vez mais espaço em atividades que antes eram exclusivas dos homens. Em 2003, 40,5% das mulheres brasileiras tinha uma ocupação, número que aumentou para 45,3% em 2011, segundo dados do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2012.

É por isso que nesse dia 08 de março, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), por meio da Gestão Ambiental da BR/381-MG homenageia todas as mulheres que  trabalham nas obras de Ampliação e Modernização da rodovia. A equipe composta por , engenheiras, biólogas, arqueólogas, entre outras profissões, exerce suas funções com o diferencial da sensibilidade, versatilidade e outras características que levam muitas mulheres a cargos importantes de liderança.

O Desafio das atividades de campo

Encarar a rotina de campo em uma obra rodoviária é algo que desafia tanto homens quanto mulheres da área. Priscila Fernandes,  é Engenheira Florestal e atua na área de Supervisão  Ambiental nas obras da BR/381-MG. “Apesar dos homens ainda predominarem nas obras, nós mulheres estamos conquistando o nosso espaço, através de muita dedicação, habilidade e paciência. Criando um elo de confiança entre todos os envolvidos.

O trabalho pesado debaixo de sol e chuva, faz parte da formação das Arqueólogas Isadora Melo, e Bianca Pimentel, colaboradoras da Gestão Ambiental em Ipatinga. Elas diariamente precisam superar tarefas difíceis à frente de uma equipe predominantemente masculina. “Quando se trata de arqueologia existe uma barreira quando você é mulher e é jovem, é sempre testada para saber sua capacidade como profissional pela visão de profissionais que se tinha da área. Nesses momentos você precisa ponderar e ser consistente em suas falas e ações. Estamos preparadas para exercer qualquer atividade do laboratório à carregar balde cheio de terra”, concluiu Isadora.